Quão profundas são as reflexões dos seres pensantes. Elas extrapolam
os saberes da simples existência. Vão além do lócus e se projetam no infinito. Partem
do palpável para buscar o inexplicável.
Ó, Minh ‘alma por que anseias pelo que não se sabe? Por que vais
de encontro a um largo sem terra firme?
Acalma-te, contenta-te com o que sabes e atraca-te ao cais! D’outra
forma te perderás neste azul sublime.
“Não, não retrocederei, e veja! Ao horizonte vejo terra seca”.
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